Keltryn Wendland



Keltryn Wendland
Keltryn Wendland nasceu em 7 de julho de 1978 na cidade de Joinville, Santa Catarina. É formou-se em jornalismo pelo Instituto Luterano Bom Jesus IELUSC/Joinville em 2003, fez pós-graduação em docência para o ensino superior na UNIASSELVI em 2013.

Keltryn foi apresentadora do Jornal da Almoço da RBS TV – Lages – SC de 2011 a 2014 quando a RBS TV mudou-se para a cidade Joaçaba – SC preferiu continuar em Lages onde desde de 2013 é professora do Centro Universitário Facvest – Unifacvest. Com a saída da RBS TV de Lages, Keltryn está trabalhando como assessora de imprensa na Puel Assessoria de Imprensa além de continuar dando aula no curso de comunicação social da Unifacvest.

A pedido do blog Mundo em pauta, a jornalista Keltryn Wendland deu entrevista exclusiva falando sua carreira, os planos para o futuro e no final deixou um recado para os futuros jornalistas.

Quando surgiu o desejo de fazer o curso de jornalismo?

- Em 1999, depois de ter tentado fazer sociologia na universidade federal, prestei vestibular para jornalismo e história. Passei nos dois, mas apesar de gostar muito de história, queria aprender a contar histórias.

Como começou a sua carreira no jornalismo?

-Como não havia estágio regulamentada, eu e outros dois amigos fazíamos programas de maneira voluntária todo os domingos numa rádio comunitária.

Como surgir a primeira experiência na área?

- A primeira experiência de fato, com salário foi numa rádio comunitária em Guaramirim. Lá todos os dias eu ia e voltava, o trajeto entre as duas cidades demorava cerca de 40 minutos.

Como a experiência de trabalhar na RBS TV?

- Foi muito gratificante. Um grande aprendizado. Tive a oportunidade de conhecer muitas pessoas e mostrar muitas histórias bacanas. O jornalismo tem o poder de dar voz o cidadão que não é atendido pelo poder público e também ajuda a mudar a realidade de muita gente.

Na época da TV, você teve proposta de mudar para uma outra filial da RBS TV?

- Cheguei a fazer algumas entrevistas para a sucursal de Joinville, mas nunca foi do meu interesse sair de Lages.

Qual foi o momento mais marcante de sua carreira de jornalista no lado positivo e também o lado negativo?

- Foi em agosto de 2014 quando fiz algumas entradas ao vivo para jornais da rede Globo para falar do frio na serra catarinense. O lado “difícil” era acordar de madrugada e ficar pronta (maquiada e com o cabelo arrumado) para entrar ao vivo.

Qual  é a  diferença entre o trabalho de assessoria de imprensa em relação a televisão?

- A diferença seria que eu deixo de ficar exposta como acontecia na TV e passo a fazer um trabalho de bastidor.

Como você concilia o trabalho de assessora de imprensa com de professora universitária?

- Tem sido muito tranquilo. Mais do que era na TV, que acabava me exigindo mais horas de trabalho.

Qual área do jornalismo você acredita que os futuros jornalistas podem fazer sucesso?

- O atual e o futuro jornalista terão que se apropriar mais da tecnologia. Não depender tanto dos grandes veículos de comunicação, que também estão em crise. É preciso produzir conteúdo diferenciado para a internet.

Mesmo não sendo válido o diploma de jornalista para atuar na área, você acredita que o jornalista com diploma pode se destacar no mercado de trabalho?

- Certamente. Defendo o diploma, pois na faculdade aprendemos a usar as ferramentas de produção jornalística, e principalmente, a exercer a profissão de maneira ética e comprometida com a verdade.

Apesar de você ser catarinense, sua família paterna é do Rio Grande do Sul, existe algum vínculo com o estado gaúcho?

- Acho que é por isso que gosto tanto de Lages, por me lembrar muito o Rio Grande. Quando eu era pequena, sonhava em me mudar para alguma cidade do interior gaúcho. Gosto das tradições e do modo de ser dos gaúchos.

Quais são seus planos para o futuro como jornalista e também professora universitária?

- Continuar em Lages, ter meu site com conteúdo interessantes e relevante para a cidade, continuar atuando como mestre de cerimônias em eventos, assessora de imprensa. Além é claro, de me qualificar como professora.

Qual o recado que você deixa para os futuros jornalistas?

- Acreditem na profissão. Se dediquem a ler, escrever e a sempre buscar novos conhecimentos. É difícil ganhar muito dinheiro na área, pois a profissão não tem a valorização que merece. Mesmo assim, podemos ajudar a melhorar a vida das pessoas. Expor o que existe e buscar respostas. Ser jornalista é não passar em branco nessa vida!


"Um aluno dedicado, esforçado e comprometido. Não se contenta com o aparente e busca se aprofundar nos assuntos de sala de aula. Não se intimida com as dificuldades e sabe que pode sempre se superar. Tenho certeza que o Mateus saberá fazer a diferença como jornalista depois de formado."
 
Keltryn Wendland falando sobre Mateus Rosa, autor do blog Mundo em Pauta:

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