A Guerra Nórdica dos Sete Anos

A Guerra Nórdica dos Sete Anos foi uma guerra entre a Suécia e uma coalizão da Dinamarca – Noruega, Lubeck (uma cidade ao norte da Alemanha) e a Republica das Duas Nações (uma união do Reino da Polônia e o Grão-Ducado da Lituânia) que ocorreu em 1563 a 1570. A luta foi marcada pela guerra só terminar assim que o exército dos envolvidos estivessem atenuados e o numero de baixa (ou morte) tivesse muito baixas. Já o acordo de paz aconteceu da maneira que nenhum dos envolvidos sairia perdendo, ou seja, é como se o conflito tivesse terminado empatado.




O inicio da Guerra teria sido justamente atribuído ao fato do descontentamento da Dinamarca em relação a dissolução da União de Kalmar (foi uma série de relações que acabaram proporcionando a união de três reinos: a Dinamarca, Noruega, e a Suécia). Já a Suécia não via isso como o motivo principal do conflito. Para eles a Dinamarca continuava a reivindicar a posse, ou o controle sob a Suécia.



Toda essa discussão criaram um considerável desgaste entre as relações desses países e a guerra foi inevitável. O conflito é conhecido por ter sido muito cruel, nele podemos ver um verdadeiro massacre. Além de um massacre das guarnições militares, podemos encontrar também vários incêndios em plantações, casas, palácios, e até mesmo catedrais, envenenamento de água, e matança de muitas criações de gado.



Os exércitos de ambos países estavam exaustos, e foi justamente isso que levou a negociação direta para que a paz fosse estabelecida. Em 1570 uma reunião para negociar a paz foi iniciada em Stettin e a paz foi conseguida finalmente em treze de dezembro de 1570.



O rei da Sueco devolveu para a Noruega as suas conquistas de Skane, Halland, Blekinge e Gotlan. Além disso os dinamarqueses também desistiram de reivindicar a posse que eles tiveram um dia sobre a Suécia. Podemos citar também que a União de Kalmar, tão adorada e questionada pela sua dissolução pela Dinamarca, foi extinta de vez.



Muitos autores consideram como algumas consequências mais significativas a esses conflitos o fato da Suécia, a partir dele, dar inicio ao processo de formação de um exercito permanente e extremamente forte. Esse conflito junto com outros em que a Suécia se envolveu durante esse período fez com que o Estado sueco aumentasse muito a sua capacidade militar, fazendo até mesmo que o exercito sueco se transformasse na maior força militar da Europa setentrional.

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