Mitologia greco-romana

Zeus
mitologia greco-romana se originou da junção das religiões grega e romana. As duas se fundiram por apresentarem aspectos semelhantes; as suas tradições, por exemplo. Com isso, deu origem a uma vasta série de entidades lendárias e mitológicas, nas quais se encontram os deuses. Poetas como Homero narravam as histórias dos deuses e os apresentavam como pessoas humanas, mas que continham poderes além dos seres humanos, interligados à natureza. Por isso o poder em mover mares, enviar raios, tempestades, entre outros.



A mitologia tornou-se única entre os dois povos – gregos e romanos. O que difere uma da outra são os nomes dos deuses. Na religião grega, os nomes são gregos e na religião romana, a nomenclatura aparece em latim. Por exemplo Júpiter e Zeus, que é o mesmo deus, governante do Monte Olimpo, mas chamados diferentemente, o primeiro é como os romanos denominam e o segundo como os gregos chamam.



As divindades eram consideradas os senhores da natureza, cujas forças eram regidas por fenômenos naturais e seus físicos se baseavam no modelo humano. A partir da fé depositada nos deuses por gregos e romanos, estes construíram templos para os adorarem e seguirem alguns rituais, dentre eles, sacrifício de animais e algumas oferendas. Além disso, cada deus tinha um período do ano para ser comemorado entre seus adoradores. Um exemplo é a bacante, festa dedicada a Baco, deus do vinho.



A mitologia greco-romana tem muitas contribuições espalhadas por todo o mundo. Suas lendas, histórias e divindades são lembradas e estudadas até hoje, servindo como tema de muitas pesquisas distribuídas em todas as áreas de estudo, como por exemplo, a matemática e filosofia, ambas originárias da Grécia. Na arte é bastante comum ter a mitologia como pano de fundo pras mais variadas obras. Michelângelo e Rafael foram artistas que retrataram a mitologia greco-romana em suas obras.

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