Uma Crise Sem Fim


A União Europeia é maior bloco econômico do mundo formado por 27 países que adotam o euro como moeda única e acordo de livre comércio em os membros do bloco chegando a ter o PIB superior aos EUA. Esse modelo estava tudo indo bem até em 2008 estourou uma crise na Grécia que fez empréstimos bilionários para aquecer e estimular o crescimento da economia elevando os gastos públicos para ter igualdade com os países ricos da UE, quando foi anunciada a crise o governo grego não tinha capital para cobrir os valores dos empréstimos.

Mesmo endividada a Grécia fez novos empréstimos junto o FMI, e para pagar dívida o governo aumentou os impostos, congelou e cortou o salário do funcionalismo gerando greves por parte dos sindicatos com muitas mortes nos confrontos entre a polícia e os manifestantes.

Demais países da UE seguiram mesmo caminho que formam a sigla “porco” em inglês referente de que estão com a economia suja, que é PIIGS (Portugal, Irlanda, Itália, Grécia e Espanha (Spain em inglês)). A previsão para que essas nações voltem a ser competitivas é de 10 a 20 anos segundo o FMI.

Há risco de Grécia deixar a zona do euro, que é acusada de manipular relatórios para ingressar na União Europeia. Pacotes bilionários foram liberados para equilibrar as finanças da Alemanha e do Reino Unido, o único país do bloco que não adota o euro como moeda, para evitar o efeito dominó iniciado na Grécia.

É preciso de um plano que ajude os países mais pobres do bloco para equilibrar suas economias semelhante aos países ricos que devem diminuir seu crescimento nivelando por baixo suas economias para manter a igualdade monetária em os países e também é o critério usado para a admissão de novos países ao bloco. A crise é tão grande que  já chegou ao Estados Unidos e com bem menos impacto no Brasil.

A solução é estimular a economia, a imigração para que a dívidas dos países não supere o seu PIB e assim reduzir os impactos da Crise.

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